Todos Juntos Contra o Aedes Aegypti

O mosquito transmissor da dengue transmite também outras duas graves doenças, Chikungunya e Zika. A luta contra o problema é de todos nós. Vamos eliminar os criadouros, não deixando água parada em hipótese alguma.

Eliminar os criadores do mosquito da sua casa, local de trabalho e vizinhança é ação de controle de responsabilidade de cada um de nós.

O mosquito da Dengue, Chikungunya e Zika Vírus o Aedes aegypti, é difícil de ser combatido. O recolhimento de recipientes precisa ocorrer antes do período das chuvas e ser objeto de uma atuação constante. É importante a implantação de ações permanentes por parte do Poder Público e Sociedade civil; e reforça a necessidade, por parte da população, da adoção de medidas que promovam um ambiente seguro, livre de criadouros.

Qual o papel da Prefeitura no combate ao mosquito? E o da população?

O papel do poder público é o de cuidar da limpeza e organização da cidade. Também cabe sensibilizar a população, difundir a informação de forma correta, criando multiplicadores nas comunidades. E trabalhar de forma integrada de forma intersetorial, além de dar exemplo nos prédios e espaços públicos. A população tem que cuidar dos seus espaços, ser fiscalizador e cobrar a participação de seus vizinhos e de sua comunidade.

A dengue, a chikungunya e o zika vírus se constituem em problema coletivo e, como tal, tem que ser combatido de forma compartilhada pelo poder público e população. Se um deles não fizer sua parte, não há controle efetivo.

Se eu detectar um local com criadouro, o que devo fazer?

Há criadouro que vai ser possível eliminar, removendo do ambiente e destinando de forma adequada e responsável para a coleta seletiva. A maioria desses criadouros são potencialmente recicláveis. Se não é possível a eliminação, é preciso inviabilizar cobrindo, virando, furando, guardando da chuva, telando a caixa d’água e o vertedouro (ladrão).

Se o criadouro estiver em um local fechado, com um responsável, é preciso tentar conversar com este responsável para que ele faça sua parte.

De preferência as pessoas devem ser proativas, e não meros denunciantes.

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